Disjuntores

LIGUE AGORA: 011 3858.7788

A proteção adequada para cada tipo de projeto. 

Os disjuntores funcionam como uma segurança para que instalações elétricas fiquem protegidas de possíveis danos, geralmente causados por curto-circuito ou sobrecargas elétricas.  

                                                           vendas@platinaautomacao.com.br

Na Platina Materiais Elétricos você vai encontrar as principais marcas do mercado:


   

Fale com um de nossos consultores e confira os
melhores preços do mercado: Fone e Email
 

LIGUE AGORA: 011 3858.7788

Você sabe como funcionam os disjuntores? 

Os disjuntores são componentes elétricos muito úteis. Para os leigos em eletricidade os disjuntores também são conhecidos como as “chaves” para se ligar ou desligar o padrão de energia, ou mesmo as chaves de segurança dentro dos painéis e quadros de distribuição. A principal função do disjunto é ser um componente para proteção e segurança, mas devida sua composição mecânica proporcionar o seccionamento de circuitos ele também é utilizado como elementos para se ligar e desligar circuitos e cargas.

Essas duas funções aliadas colocam os disjuntores como um substituto natural dos fusíveis que tem função parecida de proteção dos circuitos mas nem sempre proporcionam o seccionamento deste circuito, outra vantagem considerável dos disjuntores em relação aos fusíveis é que os fusíveis são descartáveis assim que queimados os mesmos devem ser descartados, enquanto os disjuntores podem ser rearmados e reutilizados muitas e muitas vezes antes de apresentarem problemas que necessitem sua troca.

O disjuntor é um interruptor de desarme automático quando o mesmo identifica um curto circuito ou uma sobrecarga. O disjuntor é projetado para suportar uma determinada corrente elétrica, caso ocorra um pico de corrente ou mesmo um curto circuito que eleve consideravelmente a corrente acima do limite suportado por esse, o mesmo interrompe o circuito, protegendo todos os elementos que componham esse circuito, após sanado esse sinistro o disjuntor pode ser rearmado para a continuidade do funcionamento deste circuito.

Basicamente seu princípio de funcionamento esta entre uma das seguintes categorias:

 

Disjuntores térmicos. (Consulte nossas promoções) LIGUE: 011 3858.7788

Os disjuntores térmicos funcionam através da deformação de uma lâmina bimetálica, quando ocorre uma sobre carga e a corrente elétrica neste disjuntor é maior que a aceitável, a lâmina bimetálica se aquece por efeito joule e começa a se deformar, este deformamento age diretamente em um contato que em determinado nível de deformação abre o contato seccionando o circuito protegido por este disjuntor.

A vantagem do disjuntor térmico é ser um componente mecanicamente simples e robusto, desta maneira é um componente relativamente barato, em contrapartida sua desvantagem é não possuir uma grande precisão de corrente de seccionamento e ser usada apenas para aquecimentos de longo prazo, não sendo possível o seu uso para proteção contra curto circuitos.

 

Disjuntores magnéticos. (Consulte nossas promoções) LIGUE: 011 3858.7788

Uma corrente elétrica que percorre um condutor elétrico gera um campo magnético essa lei do eletromagnetismo nos permite dimensionar uma bobina que quando atingida por uma forte corrente elétrica desloca um contato seccionando assim um circuito, esse é o princípio de funcionamento do disjuntor magnético, esse efeito é instantâneo o que garante uma incrível precisão a este disjuntor.

Esta velocidade de interrupção instantânea é o que nos permite proteção contra curto circuitos e neste caso é possível substituir um fusível.

Sua maior vantagem é a precisão e a possibilidade de proteger contra curtos circuitos em contrapartida tem um preço mais elevado.

 
 

Disjuntores termomagnéticos. (Consulte nossas promoções) 011 3858.7788

Este tipo de disjuntor é uma junção da proteção térmica e magnética, sendo muito utilizado hoje nas instalações elétricas residências e comerciais. Possui as vantagens de poder ser usado para manobras de ligar e desligar os circuitos, proteção contra aquecimentos e curtos circuitos.

Os disjuntores possuem diversas faixas de correntes de interrupção aceitáveis de acordo com seus fabricantes assim também como os métodos de fixação que são padronizados por norma assim como sua fabricação e padrão de qualidade e segurança também padronizados por normas nacionais e internacionais.

Vale ressaltar que disjuntor é sinônimo de segurança e desta forma não pode haver dúvidas para o eletricista quanto o correto dimensionamento bem como sua correta instalação.


Você sabe como dimensionar o disjuntor geral
(Consulte nossas promoções)

O disjuntor é o dispositivo eletromecânico que tem a função de proteger a instalação elétrica de danos que se originam em curtos circuitos e ou sobrecargas. Quando falamos em disjuntor geral, estamos falando do disjuntor principal de uma instalação elétrica que protege outros disjuntores parciais dos circuitos de uma instalação, ou seja, é o disjuntor a montante dos disjuntores parciais.

Em elétrica é comum usarmos os termas montante e jusante para definirmos a posição de um componentes em relação a outros componentes, desta forma podemos dizer que o disjuntor geral é o disjuntor a montante dos disjuntores parciais e podemos ainda afirmar que os disjuntores parciais são os disjuntores a jusante do disjuntor geral.

·         um componente estar a montante significa que ele está antes do outro em questão, mais perto da fonte de energia.

·         Um componente estar a jusante significa que ele está depois do outro em questão, mais perto da carga final.

Quando falamos de disjuntores parciais e disjuntor geral em uma instalação precisamos entender a importância de dimensionarmos corretamente os disjuntores, tanto parciais quanto o geral, e este correto dimensionamento tem a função de garantir o que em elétrica chamamos de seletividade.

LIGUE AGORA: 011 3858.7788

 

Seletividade (Consulte nossas promoções)

Seletividade é a propriedade que uma instalação possui de que em caso de falta, somente abrir o dispositivo de proteção contra curto circuito, neste caso o disjuntor que estiver mais próximo do ponto de falta, isso garante que a parte do circuito que ficará desligada e inoperante seja a menor possível.

Em nossa casa quando ocorre um curto em uma tomada, o ideal é que apenas o circuito da tomada seja desligado e o resto da instalação continue em funcionamento, isto é a seletividade. Para que que ocorra a seletividade é necessário que os disjuntores estejam corretamente dimensionados.

 

Conhecendo a carga instalada (Consulte nossas promoções)

O primeiro passo para dimensionar o disjuntor geral do quadro de distribuição de uma instalação, é ter as potências instaladas em cada circuito e quais os tipos de cargas. É importante que as cargas estejam divididas em circuitos, e que as cargas que possuam uma corrente nominal maior que 10A estejam em circuitos separados, como solicita a NBR5410 – Instalações elétricas de baixa tensão.

Veja o exemplo das cargas de uma instalação..

 

 

Fator de demanda (Consulte nossas promoções)

Conhecendo os circuitos e as cargas agora é hora de entendermos o que é o fator de demanda.

Em um circuito de tomadas de uso geral, por exemplo, que tenha 1100W de potência total e este circuito tenha 10 tomadas, entendemos que cada tomada tem 110W para ser utilizada se todas as tomadas forem utilizadas ao mesmo tempo na potência máxima, mas sabemos que em uma instalação residencial dificilmente isso vai acontecer. Nestes casos utilizamos o fator de demanda adequado, para aproximar a potência que realmente é utilizada de forma a dimensionar o disjuntor para uma corrente mais próxima da média de utilização, garantindo assim uma melhor proteção e seletividade.

Os fatores de demanda são calculados e disponibilizados em tabelas pelas concessionárias em suas normas de distribuição.

Para instalações residenciais usaremos dois fatores de demanda, um que agrupe os circuitos de tomada de uso geral (TUG) e circuitos de iluminação, e um segundo fator de demanda para os circuitos de tomadas de uso especial (TUE).

 

Fatores de demanda por tipo de circuito elétrico.

 

Agora é hora de somar os valores de potência dos circuitos para cada tipo de fator de demanda que será aplicado. No primeiro caso os circuitos TUG e iluminação. 

 

 

LIGUE AGORA: 011 3858.7788

Em nosso exemplo vemos que o total de potência é 3100W, esta seria a potência no caso de todas as tomadas e pontos de iluminação estarem sendo utilizados simultaneamente, o que já vimos lá atrás que é bem improvável que aconteça, por isso devemos aplicar o fator de demanda. O fator de demanda para circuitos TUG e iluminação é baseado na faixa de potência instalada, neste caso uma faixa entre 3001W até 4000W, como podemos ver na tabela abaixo: 

 

2º passo – Tabela fator de demanda, circuitos TUG e iluminação.

Para esta faixa, o fator de potência indicado pela concessionária como mais adequado é 0,59, este valor não tem unidade mas em forma percentual representa 59% da potência instalada, ou seja a concessionária me indica que de toda a potência instalada em média apenas 59% será utilizada. Devemos multiplicar o valor original de potência pelo fator indicado, que em nosso exemplo nos dá um total de 1829W.

Agora temos a potência de circuitos TUG e Iluminação adequados e vamos fazer o ajuste da potência para os circuitos TUE.

Neste caso devemos proceder com a soma de potência dos circuitos TUE. 

 

3º passo – Fator de demanda para circuitos de tomadas de uso especial TUE. 

Diferente do fator de demanda para circuitos TUG e iluminação, o fator de demanda para circuitos TUE é indicado pela quantidades de circuitos e não por faixa de potência. É interessante perceber que devido a natureza dos circuitos serem os equipamentos com potência específica, este fator de demanda atenua menos a faixa de potência que o fator interior. 

 

4º passo – Tabela de fator de demanda para tomadas de uso especial TUE.

O valor do fator de demanda indicado pela concessionária para 3 circuitos de uso especial é 0,84, ou seja, de toda a potência instalada para estes circuitos em média 84% realmente será utilizado no dia a dia.

Com o valor do fator de demanda devemos multiplicar pela potência instalada, em nosso exemplo vamos obter um resultado de 6132W.

A potência de nossa instalação já está adequada aos fatores de demanda e o próximo passo é somar a potência com fatores aplicados. 

Valor final de potência da instalação.

 

Calculando o disjuntor geral

Com a potência instalada adequada com os fatores de demanda respectivos já podemos calcular a corrente do disjuntor geral de nossa instalação, esta corrente será calculada através da Lei de Ohm.

 

Cálculo da corrente para o disjuntor geral.

O disjuntor geral para nosso exemplo deve ser de no mínimo 63A para uma tensão de 127V. A escolha da faixa de corrente depende da disponibilidade dos fabricantes.

O fabricante Schneider Electric possui a linha Easy9 de disjuntores e outros componentes, o catalogo de produtos da linha Easy9 é completo e rico em informações, na tabela abaixo para disjuntores é possível ver as faixas que esta linha disponibiliza para disjuntores monopolares, bipolares e tripolares.

LIGUE AGORA: 011 3858.7788

 

Tabela para disjuntores linha Easy9 Schneider.

 

Curva do disjuntor geral

A última informação sobre o disjuntor geral é a curva de ruptura em caso de disjuntores de norma DIN. Com relação a curva do disjuntor geral temos que considerar as curvas dos disjuntores parciais, a escolha da curva será sempre a curva maior entre os parciais.

No caso de nosso exemplo teríamos a seguinte tabela para os disjuntores parciais:
 

 

 

Temos neste caso disjuntores curva B e curva C e seguindo a regra das curvas, temos que selecionar um disjuntor de 63A de curva C como sendo o disjuntor geral.

Nem todos os profissionais de eletricidade sabem efetivamente como realizar o correto dimensionamento do disjuntor geral, alguns fazem um simples somatório dos disjuntores parciais, que no caso do exemplo que usamos para circuitos, nos daria um disjuntor geral de 100A que estaria completamente fora da que realizada nesta instalação.

No Portal do Parceiro, um área criada pela empresa Schneider para os profissionais da eletricidade, é possível ter acesso a diversos materiais como apostilas, vídeos, catálogos e outros. Este portal é uma ferramenta interessante de estudo e aprendizado para o profissional da eletricidade.